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Está pensando em fazer uma desintoxicação ? Conheça Chlorella
 

A chlorella foi a primeira forma de vida com um núcleo verdadeiro. Em condições de luz solar e  água doce fresca há reprodução por divisão celular na razão de quatro novas células a cada 17/24 horas.

Existem 25.000 espécies de algas, que são plantas elementares sem raízes, caule e folhas. Elas, habitualmente, possuem clorofila, convertendo elementos químicos inorgânicos em matéria orgânica, usando a luz solar. Formam a primeira ligação na série de organismos que caracterizam a base da cadeia alimentar. A primeira chlorella foi identificada por volta do ano 1900, porém estão na terra desde o período Pré-Cambriano, há mais de 2,5 bilhões de anos. Até 1890, suas células não tinham sido identificadas por olhos humanos sob o microscópio. Cresceram de forma natural, primeiramente, na Holanda, no final de 1800.

No início de 1900, compreendendo sua constituição em 60% de proteínas e ser de rápida multiplicação, cientistas de várias nações, especialmente da Alemanha, começaram a se interessar pela idéia de usá-la como alimento. Embora a pesquisa tenha sido interrompida pelas duas guerras mundiais na Europa, o entusiasmo continuou. Em 1948, um estudo piloto do Instituto de Pesquisa de Stanford sobre o crescimento dessa alga foi bem sucedido. Contudo, problemas financeiros impediram seu progreso. Após dois anos, pesquisadores do Instituto Carnegie perceberam que ela podia crescer em escala comercial e ser a solução para a fome no mundo.

O interesse como fonte de alimento partiu, no período pós-guerra, por parte do Japão, que passava por um sério problema: deficiência alimentar. Em 1951, a Fundação Rockefeller e o governo japonês apoiaram os estudos do Dr. Hiroshi Tamiya no Instituto Biológico Tokugawa, pioneiro no desenvolvimento da tecnologia de crescimento da Chlorella em larga escala. Seis anos mais tarde, a organização chamada Japão Chlorella fundou um centro de pesquisa e o maior tanque do mundo foi construída. Então, outra fundação, Japão Chlorella Associações, foi estabelecida com assistência financeira governamental. O objetivo era comercializá-la como  alimento. Mas, os planos foram adiados por dois anos porque o arroz, estava disponível em maior quantidade e menor custo. Outro motivo era sua baixa digestibilidade e  a sua melhora foi a chave para seu sucesso atual. Embora sua célula estivesse naturalmente protegida por inúmeros nutrientes por bilhões de anos, foi provado ser esta compressão a desvantagem para o consumo humano. O problema foi resolvido em 1975 quando uma patente descobriu que a quebra de sua parede celular rendia uma digestibilidade de mais de 80%. Comprovou-se que ela contém uma surpreendente variedade de vitaminas, minerais e outros nutrientes.

A maioria das algas tem uma estrutura similar a de um vírus, sendo primitivas por não possuírem núcleo. Exceto a Chlorella, o que lhe confere muitas de suas “propriedades extras”.

Sua parede celular, além de protegê-la, apresenta inúmeras moléculas de clorofila, conhecida pela maior concentração dessas em todo o planeta.

Durante, aproximadamente, os primeiros bilhões de anos de existência da Terra, sua atmosfera era repleta de gases fatais, como: amônia, metanol e dióxido de carbono. Então, tornou-se a função das plantas (inclusive a Chlorella) filtrá-los, possibilitando dessa forma, o surgimento da fauna e da flora.

A Chlorella não é visível a olho nu; é esférica; de 2 a 10 micrômetros de diâmetro e não possue flagelo. Depende da fotossíntese para crescer e se reproduzir, requerendo somente dióxido de carbono, água, luz solar e certos minerais.

Resistente à águas contaminadas com mercúrio, cádmio ou chumbo graças as suas inúmeras proteínas. Um livro escrito sobre a indústria extrativa mineral, “Absorção de Metais Pesados”, detalha o uso deste organismo para o aumento do rendimento das minas de metais preciosos. Os mucopolissacarídeos presentes na sua parede celular absorvem grandes quantidades de metais tóxicos.

Sua rápida taxa de reprodução é inacreditável. Uma célula pode se dividir em quatro a cada 16/24 horas. Se ela reproduzisse livremente, em condições ideais, após 63 dias haveriam células suficientes para ocupar toda a superfície terrestre. Porém, a natureza limita essa taxa de crescimento: cada uma requer uma quantidade substancial de luz solar. Além disso, um grupo dessa alga causa diminuição significativa no espaço disponível, e conseqüentemente, sua taxa de multiplicação.

Durante a divisão, a célula mãe se reproduz assexuadamente pela formação de 4, 8 ou raramente 16 auto-esporos (células filhas). Este ciclo completa-se em menos de 24 horas.

Diferente e superior a muitas vitaminas comerciais, seus nutrientes incluem proteínas, minerais, aminoácidos, enzimas polissacarídeos, fibras, vitaminas e clorofila.

A clorofila e seus derivados estimulam a formação de glóbulos vermelhos, afetam a nutrição e influenciam o metabolismo e a respiração.

As vitaminas são cobertas por aminoácidos e, conseguinte, o corpo as assimila mais rapidamente.

Ela possui 18 aminoácidos, incluindo os oito essenciais.

Dentre as enzimas, existem importantes enzimas digestivas, freqüentemente utilizadas em tratamentos de câncer.

Alguns dos polissacarídeos são: galactose, xilose, ramnose e arabinose, cruciais para melhorar o sistema imunológico, a capacidade de comunicação das células e identificação de corpos estranhos pelos linfócitos.

O índice de DNA é de 3 % de seu volume total e o de RNA varia de 0,2 a 0,3 %.

É rica em ácidos nucléicos - bons para o crescimento e anti-envelhecimento (estudos concluíram originalmente que as sardinhas tinham a maior concentração de ácidos nucléicos, mas a Chlorella  possui dez vezes mais desses ácidos que a sardinha).

Consiste dez vezes mais beta-caroteno que as cenouras e é rica em vitaminas do complexo B, mas, particularmente, a vitamina B-12 e por isso, excelente para vegetarianos.
Além de seu benefício como alimento, existem numerosos estudos, a maioria por parte do Japão (Sarkar 1994, Hayatsu 1993 ou Konishi 1990), que demonstram ser um forte impulsionador do sistema imune e combate várias infecções (Konishi).

Também mostrou-se na pesquisa japonesa que essa alga promove o crescimento nas crianças e fortalece seus tecidos por conter o Fator Chlorella de Crescimento (FCC).

Desde que a Chorella é conhecida pelo incremento do conteúdo das células brancas, ela ajuda durante e após a quimioterapia. E particularmente, aumenta a produção de macrófagos e linfócitos T.

Depois de uma pesquisa feita por Waladkhani e Clemens em 1990 (sobre os efeitos de fitoquímicos dietéticos no desenvolvimento do câncer), tem aumentado o interesse na clorofila no processo de combate ao câncer de colo e de mama. Um bom agente desintoxicante; ajuda na desintoxicação de metais pesados e pesticidas.

Esta primeira forma de existência na Terra também ajudou em seu balanceamento ácido/base.

Finalmente, indica-se o aumento da multiplicação de lactobacilos, ajudando na digestão e é utilizada como agente oxigenante do sangue, onde tem possibilidades interessantes contra células cancerígenas, que normalmente expandem-se a menos que exista um bom oxigenamento.

Por suas propriedades, não é de se admirar seu uso como suplemento alimentar pelos astronautas da NASA em suas viagens espaciais.

Indicações: ajudar na redução de peso; repor nutrientes, vitaminas e sais minerais; diminuir o apetite, melhorar o sistema imunológico, funções intestinais, anemia, fraqueza, azia, gastrite e regeneração celular; estimular o crescimento e a recuperação dos tecidos; reduzir o envelhecimento precoce e a degeneração orgânica; proteger contra agentes poluentes e tóxicos; promover a desintoxicação orgânica, auxiliar no tratamento de doenças degenerativas e estados de desnutrição; auxilia no restabelecimento da saúde da pele e nos tratamentos contra a obesidade; desintoxicar o sangue e regular a glicose; distúrbios digestivos, cardiovasculares; melhor e maior atividade cerebral; tratamento e prevenção de anemia; ajudar na hipertensão e balancear a bioquímica do sangue.

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